Por vezes, mergulhados em momentos de escuridão, damo-nos menos crédito do que na verdade merecemos, porém, como podemos julgar aquilo que nem sequer compreendemos? Poderá alguém dizer que nunca, num momento ou noutro, não se surpreendeu a si mesmo com aquilo que fez ou foi?… Julgarmo-nos pelo pior de nós é escusado; não podemos ignorar a plenitude do nosso ser que, no seu todo, sempre nos consegue e conseguirá surpreender pela positiva.
