Igualdade de direitos, equidade de existência!…
Estará o mundo em que vivemos cego para que não está equilibrado, que o seu desequilíbrio provoca o caos na vida exterior e promove a decadência da vida interior?
Igualdade de direitos, equidade de existência!…
Estará o mundo em que vivemos cego para que não está equilibrado, que o seu desequilíbrio provoca o caos na vida exterior e promove a decadência da vida interior?

A decisão de enveredar pelo caminho do autoconhecimento é a escolha do recuperar do poder pessoal. Sabendo quem és, não terás dúvidas do que queres. Sabendo o que queres, o que é que te impede de perseguires o teu sonho?… Esquece o Medo. O Medo só atrapalha.
Não podes amar a vida se não te amares a ti mesmo. E como podes amar-te a ti mesmo se não olhares para além da mentira e descobrires a tua verdade? Não há ser algum neste mundo que te possa dizer quem és ou como és, o que podes ou não fazer, do que és capaz ou incapaz, pois ninguém para além de ti vive a tua realidade. Cada um sabe de si e cada um que se preocupe consigo.

Nasceste com um propósito e esse propósito és tu. Evolui como ser, deixa para trás esse teu casulo de lagarta e liberta-te como a borboleta que és.
Quantas e quantas vezes nos perguntamos quem somos, o que andamos aqui a fazer, o que queremos ser? Procuramos e procuramos as respostas a estas perguntas em todos e em todo o lado, no entanto, não as conseguimos encontrar. Elas existem? Sim. Onde estão?! No teu autoconhecimento, no mergulhar do teu interior em reflexão, no dar voz ao teu próprio espírito. Ninguém tem as tuas respostas, elas são tuas para as encontrares.

Ficar preso ao passado é ver o futuro passar por ti sem a ele te permitires o acesso. Ter medo e reviver o que bom para ti não foi é a mesma coisa que pedires que isso à tua vida volte. Pensa constantemente no que poderia ter sido que o aqui e agora não terá para ti lugar e a oportunidade, assim, deixarás passar.
Aquilo por que passaste revela-te aquilo por que poderás decidir voltar a passar e o que não mais quererás na tua vida encontrar, ou seja, é tua a escolha de, consoante o passado que viveste, moldar as consequências e os efeitos do que na tua vida continua e continuará a vigorar.
Se sabes que não, porque teimarás em achar que sim? Se sabes que sim, porque te iludirás que não?
As memórias que tens, as sensações que te ficaram, tudo isso não está contigo para te fazer sofrer, mas para te ajudar a aprender a encontrares o melhor de ti. As consequências do teu passado são os alertas e as informações para melhor construíres o teu futuro.
Aprende a identificar um erro e em ti estará o poder de nele não caíres duas vezes.
Une-te ao passado para que possas reservar o conhecimento para um futuro melhor, mas não te deixes sugar por ele, deixando que te manipule a virtude de um melhor destino. Se não aceitares e libertares o que já foi, prepara-te para não receber o que é para ser. A verdade é que quando um lugar já está ocupado, o mesmo ninguém mais poderá ocupar.
O que anda o ser humano a fazer à Natureza? Protejam-se as terras, protejam-se os mares! O lixo que geras em casa não é para fazer lixo na rua. O tempo que passas na praia não é tempo de despejo de detritos.
És só um?!… E depois? Um mais um, e sempre um mais um, forma UM. Farás a diferença no mundo de todos com a presença consciente do teu mundo.
És livre, sim. Podes escolher comer o que a ti mais te fizer sentido, seja vegetais, peixe ou carne, mas não te podes esconder das consequências do exagero, do extremo, a que seres que vivem, e respiram, e sentem, e sofrem como tu estão cada vez mais sujeitos. É violência gratuita que resulta em estrago e destruição. É poluição do ambiente e corrupção do coração.
Existe uma diferença entre precisar e abusar. Para quê enjaular e mutilar? Para quê matar por matar? Onde está o limite onde o ser humano perceberá a dimensão da sua crueldade e o quanto se afastou da própria humanidade?