Reflexões de uma Borboleta

Quantas vezes te menosprezaste ou culpaste, esqueceste-te de amar-te? Por todas essas vezes, celebra-te e ama-te como és e como todo o potencial que podes ser. Quantas vezes permitiste que os outros te deitassem abaixo e te fizessem sentir menos e menor, te controlassem o coração em tristeza ou sabotassem as tuas vitórias? Por todas essas vezes, manda tudo e todos à m****, arranja-te bem arranjd@, vai para a rua de cabeça bem erguida e, simplesmente, na companhia de ti própri@, a tudo e todos perdoa-lhes o não saberem o que perdem.

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