Por vezes, falta a vontade. Por vezes, bate demasiado a saudade. Por vezes, sentes que o coração te aperta e a alma te dói. Por vezes, queres continuar e não sabes como; pensas que não consegues. E quando uma destas vezes à tua porta bater, grita-lhe bem alto o teu nome com todo o teu ser e mostra-lhe quem és de verdade. És tudo o que te permites ser e, quando dás a ti a tua mão, nada de bom há que seja impossível de te acontecer.

