A mente é um sabotador da harmonia do próprio pensamento. Quando a mente se foca no que não é, no que ainda há de ser, a calma escapa-se-nos e o aqui e agora transforma-se num turbilhão de hipotéticas possibilidades. Em nada nos ajuda preocuparmo-nos com aquilo que ao nosso alcance foge ou que nem sequer acontecimento é. Raramente aquilo que projétamos na nossa cabeça – as palavras que planeámos e os gestos que imaginámos – é o que, na hora, se torna realidade.
