Tantas são as vezes que esquecemos de olhar para dentro e ver tudo aquilo que brilha na escuridão, que teimamos em reconhecer como a única verdade. A luz e a escuridão completam-se e não há ser nenhum que, não o reconhecendo, consiga sequer começar a aceitar a maravilha que realmente é. Há equilíbrio na dualidade quando esta não é esquecida.
